terça-feira, 15 de julho de 2014

Serra do rio do rastro



SuperAulas ENEM - Geografia - Geomorfologia e Relevo do Brasil

Conteúdos da prova
MAPA DO RELEVO RS



OS MAPAS DO RELEVO DO BRASIL
O PRIMEIRO MAPA DO RELEVO DO Brasil FOI CRIADO PELO GEÓGRAFO Aroldo de Azevedo, na década de 40 e continha apenas Planícies e Planaltos (+200m)








































Na década de 50 é criado um outro mapa do relevo brasileiro.

Classificação do relevo brasileiro segundo Aziz N. Ab' Saber


a) Quanto ao críterio:

 geomorfoclimático: (que explica a formação do relevo pela ação do clima sobre as rochas = que perda ou ganha sedimentos a partir da ação do clima - temperatura e pluviosidade - sobre as rochas).

Aziz Ab'Sáber em seu trabalho sobre a classificação do relevo brasileiro levou em consideração em estudo sobre o relevo apenas a atuação conjunta dos agentes inetrnos e externos que atuam sobre a gêneses do modelado da superfície terrestre, ou seja, dos elementos da natureza como: clima, solo, hidrografia, vegetação etc. ) principipalmente da ação do clima nos diferentes tipos de rochas. Juntamente com a influência interna representada pelo tectonismo.Segundo esse estudo o relevo brasileiro tem sua formação antiga e resulta principalmente da ação das forças internas da terra e da sucessão de ciclos climáticos. A alternância de climas quentes e umidos com áridos ou semi-áridos favoreceu o processo de erosão e explicam a formação do atual modelado do relevo brasileiro.
Nessa perspectiva, Aziz A'b saber observou a evolução do clima(paleoclimas), para realizar a classificação do relevo brasileiro, isto é, as dramáticas alterações ocorridas ao longo do tempo geológico no território brasileiro. Portanto, a análise do relevo atual envolveu também o estudo dos chamados paleoclimas, ou seja, os fatores climáticos passados, que contribuem para explicar o modelado do presente.Com base no estudo dos processos fisiologicos que envolveram as rochas que compõem as estrutura geoologica de brasileira Aziz A'b classificou o relevo brasileiro em dois tipos de macro unidades geomorfológicas: Planaltos e Planície. Além de aumenta de 8 unidades para 10 unidades de relevo.

b) Quanto a Classificação: 
  
Planalto: corresponderia a superfície aplainada, onde o processo erosivo estaria predominando sobre o sedimentar.

Planície: (ou terras baixas) se caracterizaria pelo inverso, ou seja, o processo sedimentar estaria se sobrepondo ao processo erosivo independentemente das cotas altimétricas.
c) Quanto as mudanças ocorridas:

Por essa divisão o relevo brasileiro passou a ser dividido em 10 unidades, sendo sete palnaltos, que ocupam cerca de 75% do território nacional e três planícies, que ocupan os 25%  do restante do território.
 
Os planaltos que são:
- Planalto das Guianas
- Planalto Brasileiro,
 subdividido em:
    
- Planalto Central
    - Planalto Meridional
    - Planalto Nordestino
    - Planalto do Maranhão-Piauí
    - Planalto Uruguaio Sul-Riograndense
    - Planalto do Planaltos do Leste e Sudeste

As planícies que são:
Planície e Terras Baixas Amazônica
Planície e Terras Baixas Costeira
Planície do Pantanal












Estou postando um trabalho sobre o tema, para lê-lo clique aqui:http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/72233/000882991.pdf?sequence=1

resumo:
As rochas magmáticas vêm ganhando destaque na geologia do petróleo, isto por que um crescente número de descobertas mundiais de hidrocarbonetos tem sido observados onde estas rochas se constituem em reservatórios de hidrocarbonetos, tendo em vista as perspectivas de terem atuado como efetivos selantes e, em conseqüência, possibilitando a acumulação de hidrocarbonetos gerados nos sedimentos subjacentes. Normalmente, as rochas ígneo-básicas constituem um reservatório em que predomina um intenso sistema de fraturas interligadas, abrindo espaços vazios (porosidade) o que permite também boa permeabilidade ao reservatório. Secundariamente, outras fontes de porosidade podem ser identificadas, como as vesiculares e a porosidade da matriz alterada. Um dos maiores problemas para o conhecimento e explotação dos reservatórios em rochas ígneo básicas é a ausência de modelos. Assim, há necessidade de entendimento das rochas vulcânicas sob o ponto de vista de reservatório e o desenvolvimento de modelos que permitam uma melhor explotação destas reservas. Neste sentido, a Formação Serra Geral (Cretáceo, com aproximadamente 133 Ma) aflorante na Bacia do Paraná, torna-se um excelente análogo para os reservatórios sob ponto de vista tectono-estratigráfico, pois é contemporânea a este vulcanismo Neocomiano das bacias marginais brasileiras e suas feições texturais e estruturais estão expostas em excelentes afloramentos o que não ocorre com o magmatismo das bacias marginais. Com isto, as microestruturas como poros (vesículas), fraturas e descontinuidades, típicas de eventos vulcânicos, consideradas como responsáveis pela permo-porosidade deste tipo de rocha podem ser analisadas em detalhe. As rochas vulcânicas da Bacia do Paraná estão expostas tanto verticalmente quanto lateralmente em áreas de extensão considerável e, por isto, apresentam potencial para uma amostragem seqüencial objetivando diversos tipos de estudos e análises (química, microscopia ótica, difração de raios X, microscopia eletrônica de varredura, entre outras).



















O MAPA DESENVOLVIDO POR JURANDY ROSS



Uma das desmarcações mais atuais é do ano de 1995, de autoria de Jurandyr Ross, com um levantamento feito entre os anos de 1970 e 1985.Através do projeto Radambrasil, tirou-se diversas fotos da superfície do território brasileiro, com um sofisticado radar acoplado em um avião. Jurandyr Ross estabeleceu 28 unidades de relevo, que podem serdivididas em planaltos, planícies e depressões.
Segundo o geógrafo Jurandyr L.S Ross:
Planalto: È uma superfície irregular com altitude acima de 200m.
Planície: Superfície mais ou menos plana

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